Pontepretanos terão direito a 5% da carga total para a semifinal, domingo, às 18h30. Diretoria da Macaca quer mais e vai buscar quatro mil lugares
(Foto: Editoria de Arte/Globoesporte.com)
Sem acordo entre as diretorias de Guarani e Ponte Preta, coube a Federação Paulista de Futebol encerrar a polêmica sobre torcida única no dérbi campineiro. A decisão da entidade é de que a semifinal do Paulistão, domingo, às 18h30, no Brinco de Ouro, será disputada com a presença de bugrinos e pontepretanos no estádio, para a insatisfação de Marcelo Mingone, presidente do Guarani.
A torcida da Macaca terá direito a 5% da carga total, que ainda está indefinida. A expectativa é sejam aproximadamente 1,5 mil lugares para os visitantes. O que está certo é que o vencedor do duelo ficará com 60% da renda, ao contrário das semifinais, quando o dinheiro foi dividido independentemente do resultado.
- Já estava acordado que era torcida única. Isso ficou acertado lá atrás, depois da morte de um torcedor bugrino. Mas agora a Ponte Preta voltou atrás, e eu fui voto vencido – afirmou o mandatário bugrino, em referência à morte de Anderson Ferreira, de 28 anos, durante uma briga entre torcedores após dérbis das categorias de base.
O presidente da Macaca, Márcio Della Volpe, ficou satisfeito com a palavra final da FPF, mas promete tentar um aumento da carga. Ele pretende conseguir quatro mil lugares aos pontepretanos, que foi o espaço concedido aos palmeirenses nas quartas de final.
- Por princípio, eu sou contra torcida única. Não ficou nada acertado naquela reunião anterior. Essa é uma discussão que envolve muito mais gente. Já tenho diretor de clube bravo comigo porque teremos apenas 5%. Imagina se fosse torcida única – disse Della Volpe.
A diretoria do Guarani ainda não tem uma previsão para o início da venda. A FPF estipulou que o preço mínimo para as semifinais é de R$ 50. O dérbi terá transmissão do SporTV e terá acompanhamento em Tempo Real no GLOBOESPORTE.COM. Quem passar, lutará pelo título contra o vencedor do duelo entre São Paulo e Santos, que se enfrentam domingo, às 16h, no Morumbi.
Fonte: Globo Esporte
Colunista: Erly Souza
A torcida da Macaca terá direito a 5% da carga total, que ainda está indefinida. A expectativa é sejam aproximadamente 1,5 mil lugares para os visitantes. O que está certo é que o vencedor do duelo ficará com 60% da renda, ao contrário das semifinais, quando o dinheiro foi dividido independentemente do resultado.
- Já estava acordado que era torcida única. Isso ficou acertado lá atrás, depois da morte de um torcedor bugrino. Mas agora a Ponte Preta voltou atrás, e eu fui voto vencido – afirmou o mandatário bugrino, em referência à morte de Anderson Ferreira, de 28 anos, durante uma briga entre torcedores após dérbis das categorias de base.
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O fato aconteceu às vésperas do encontro entre Macaca e Bugre pela primeira fase do estadual, em março. Na oportunidade, chegou-se a cogitar mudar a partida de cidade e foi feita uma reunião entre os dirigentes dos clubes e autoridades públicas, na qual ficou encaminhado um acordo para dérbi com torcida única a partir do clássico campineiro seguinte.O presidente da Macaca, Márcio Della Volpe, ficou satisfeito com a palavra final da FPF, mas promete tentar um aumento da carga. Ele pretende conseguir quatro mil lugares aos pontepretanos, que foi o espaço concedido aos palmeirenses nas quartas de final.
- Por princípio, eu sou contra torcida única. Não ficou nada acertado naquela reunião anterior. Essa é uma discussão que envolve muito mais gente. Já tenho diretor de clube bravo comigo porque teremos apenas 5%. Imagina se fosse torcida única – disse Della Volpe.
A diretoria do Guarani ainda não tem uma previsão para o início da venda. A FPF estipulou que o preço mínimo para as semifinais é de R$ 50. O dérbi terá transmissão do SporTV e terá acompanhamento em Tempo Real no GLOBOESPORTE.COM. Quem passar, lutará pelo título contra o vencedor do duelo entre São Paulo e Santos, que se enfrentam domingo, às 16h, no Morumbi.
Fonte: Globo Esporte
Colunista: Erly Souza
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