- A gente sabe como todo mundo aqui quer ganhar a Libertadores. Doeu bastante, doeu como torcedor. Nós perdemos para nós mesmos.
Love chorou. Desabou no campo do Engenhão sem acreditar no fracasso na competição mais importante do ano para o clube. O atacante ainda vai lamentar por um bom tempo, mas prefere ser otimista e sorrir. Faz um balanço positivo do retorno. A readaptação foi tão rápida que a sensação que tem é de que não saiu depois dos seis primeiros meses de 2010.
- Parece que fui na Rússia tirar férias e voltei.
De sorriso e coração abertos, Vagner falou ao GLOBOESPORTE.COM sobre a felicidade de voltar ao clube, a alegria de morar no Rio e da vida de casado. O jogador virou Love em 2002, depois de ser flagrado com uma garota na concentração do time júnior do Palmeiras. O apelido ele não abandona, mas garante que a postura é outra.
- Não abro mão do Love, vou estar sempre com amor para dar, mas só para ela, para minha esposa Lucilene. O Love está aposentado (risos).
Na entrevista, o jogador demonstrou bom humor, gargalhou, mas ficou sério ao falar de racismo. O último episódio ocorreu no Equador, antes e durante a partida contra o Emelec, em Guayaquil. Na conversa, reconheceu que o patrulhamento da sua vida fora de campo incomoda e disse que espera o amigo Adriano para reconstruir o Império do Amor no Flamengo.
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