Ídolo do São Paulo diz que erros de goleiros são maximizados, e dá força para companheiros: 'São goleiros fantásticos, que vão dar sequência'
Rogério Ceni em evento na academia de Zetti
Ainda afastado por conta de uma cirurgia no ombro direito, o goleiro e ídolo do São Paulo, Rogério Ceni, saiu em defesa dos companheiros de posição Julio Cesar, do Corinthians, e Deola, do Palmeiras, nesta quinta-feira. Criticados por falhas nas quartas de final do Campeonato Paulista, os jogadores ganharam o apoio de Ceni, que os classificou como “fantásticos” e tratou os erros como normais.
– Estamos todos exagerando diante dos últimos acontecimentos. Não tem crise, não. É que chama a atenção esse momento de mata-mata. Erros como esses aconteceram durante o campeonato, mas passaram despercebidos. São fatos isolados por causa de campo com chuva, não é fácil – avaliou o tricolor, em evento de comemoração do dia do goleiro em uma academia especializada do ex-atleta Zetti.
Na visão de Rogério Ceni, os comentários envolvendo falhas dos goleiros acabam maximizados por resultarem diretamente em gols, enquanto deslizes em outras posições podem ser contornados antes de a bola balançar a rede. O são-paulino acredita que tanto o palmeirense quanto o corintiano contornarão a dificuldade e voltarão à ativa em breve.
– Erros acontecem na vida de qualquer profissional. O goleiro se nota porque, se passou dele, é rede. Uma eliminação de um grande clube se torna mais comentada pela mídia. No caso do Julio e do Deola, que acabaram eliminados, são goleiros fantásticos, que vão dar sequência na carreira tranquilamente. Já mostraram na vida futebolística a qualidade que eles têm – afirmou.
Nesta quinta-feira, o técnico Tite confirmou que o goleiro Julio Cesar não será mais o titular do Corinthians na sequência da Taça Libertadores da América. No Palmeiras, Felipão já sacou Deola da equipe na vitória por 2 a 1 sobre o Paraná, nesta quarta, em Curitiba, pela Copa do Brasil.
Goleiro? Eu?
Consagrado como o goleiro que mais marcou gols na história, Rogério Ceni começou a se arriscar na posição atual “muito tarde”, segundo ele próprio. Na academia de Zetti, que conta com mais de 200 alunos, o jogador conversou com garotos que treinam desde cedo para vestir a camisa 1 e brincou: só passou a ficar debaixo das traves porque era muito bom da linha.
– Com seis, sete anos nunca nem pensava em jogar no gol. Comecei muito tarde a treinar. No São Paulo, quando eu cheguei, não havia um treinador de goleiros específico para as categorias de base. Eu não tinha nem noção. Fui começar muito tarde a treinar realmente no gol, só de 15 para 16 anos. Eu era muito bom na linha e me mandaram pro gol pra não desequilibrar muito – brincou, entre risos.
Reserva de Zetti no São Paulo, Rogério Ceni esperou cerca de seis anos para assumir a posição do também ídolo tricolor no clube, em 1996. De lá para cá, acumulou prêmios e não perdeu mais o posto de titular na meta, tornando-se uma das maiores figuras da história são-paulina.
Fonte: Globo Esporte
Erly Souza
Na visão de Rogério Ceni, os comentários envolvendo falhas dos goleiros acabam maximizados por resultarem diretamente em gols, enquanto deslizes em outras posições podem ser contornados antes de a bola balançar a rede. O são-paulino acredita que tanto o palmeirense quanto o corintiano contornarão a dificuldade e voltarão à ativa em breve.
– Erros acontecem na vida de qualquer profissional. O goleiro se nota porque, se passou dele, é rede. Uma eliminação de um grande clube se torna mais comentada pela mídia. No caso do Julio e do Deola, que acabaram eliminados, são goleiros fantásticos, que vão dar sequência na carreira tranquilamente. Já mostraram na vida futebolística a qualidade que eles têm – afirmou.
Nesta quinta-feira, o técnico Tite confirmou que o goleiro Julio Cesar não será mais o titular do Corinthians na sequência da Taça Libertadores da América. No Palmeiras, Felipão já sacou Deola da equipe na vitória por 2 a 1 sobre o Paraná, nesta quarta, em Curitiba, pela Copa do Brasil.
Goleiro? Eu?
Consagrado como o goleiro que mais marcou gols na história, Rogério Ceni começou a se arriscar na posição atual “muito tarde”, segundo ele próprio. Na academia de Zetti, que conta com mais de 200 alunos, o jogador conversou com garotos que treinam desde cedo para vestir a camisa 1 e brincou: só passou a ficar debaixo das traves porque era muito bom da linha.
– Com seis, sete anos nunca nem pensava em jogar no gol. Comecei muito tarde a treinar. No São Paulo, quando eu cheguei, não havia um treinador de goleiros específico para as categorias de base. Eu não tinha nem noção. Fui começar muito tarde a treinar realmente no gol, só de 15 para 16 anos. Eu era muito bom na linha e me mandaram pro gol pra não desequilibrar muito – brincou, entre risos.
Reserva de Zetti no São Paulo, Rogério Ceni esperou cerca de seis anos para assumir a posição do também ídolo tricolor no clube, em 1996. De lá para cá, acumulou prêmios e não perdeu mais o posto de titular na meta, tornando-se uma das maiores figuras da história são-paulina.
Fonte: Globo Esporte
Erly Souza
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