Fernando Prass foi um dos responsáveis pelo empate do Vasco contra o Figueirense, em 1 a 1. O camisa 1 defendeu pênalti batido por Julio Cesar logo após o intervalo, em lance que poderia dar ainda mais fôlego ao time da casa. O time cruzmaltino foi pressionado durante toda a segunda etapa. O goleiro só foi superado aos 28min.
Para Prass, o empate foi justo pelo que os dois times apresentaram. No primeiro tempo, o Vasco dominou as ações. Na etapa seguinte, o Figueirense anulou o jogo do time adversário e conseguiu comandar as ações. A análise do goleiro é que as duas partes saem satisfeitas do Orlando Scarpelli.
"Estamos fazendo uma boa campanha fora de casa. No primeiro tempo, tivemos mais posse de bola. No segundo, eles conseguiram nos pressionar", analisou o goleiro.
Outro líder do Vasco, Juninho reforçou o coro de que o empate em Santa Catarina foi bom resultado. "Pelo primeiro tempo que fizemos, lamentamos um pouco o resultado. Mas acho que foi justo. No segundo tempo, eles vieram com uma equipe ofensiva e nos sufocaram um pouco. Nosso contra-ataque não encaixou", completou Juninho Pernambucano.
Decisivo após Dedé colocar a mão na bola, e o árbitro apontar pênalti, Prass explicou como defendeu a finalização de Julio Cesar. "Normalmente se diz que pênalti bem batido é o que entra, mas acho que ele bateu bem. Consegui chegar na boa e fazer a defesa", comentou.
Para Prass, o empate foi justo pelo que os dois times apresentaram. No primeiro tempo, o Vasco dominou as ações. Na etapa seguinte, o Figueirense anulou o jogo do time adversário e conseguiu comandar as ações. A análise do goleiro é que as duas partes saem satisfeitas do Orlando Scarpelli.
"Estamos fazendo uma boa campanha fora de casa. No primeiro tempo, tivemos mais posse de bola. No segundo, eles conseguiram nos pressionar", analisou o goleiro.
Outro líder do Vasco, Juninho reforçou o coro de que o empate em Santa Catarina foi bom resultado. "Pelo primeiro tempo que fizemos, lamentamos um pouco o resultado. Mas acho que foi justo. No segundo tempo, eles vieram com uma equipe ofensiva e nos sufocaram um pouco. Nosso contra-ataque não encaixou", completou Juninho Pernambucano.
Decisivo após Dedé colocar a mão na bola, e o árbitro apontar pênalti, Prass explicou como defendeu a finalização de Julio Cesar. "Normalmente se diz que pênalti bem batido é o que entra, mas acho que ele bateu bem. Consegui chegar na boa e fazer a defesa", comentou.
Postar um comentário